Descrição
No Rio de Janeiro dos anos 1950, Nestor é um detetive particular que já não espera muito dos casos nem das pessoas. Ao lado de Acácio, seu assistente ainda cheio de perguntas, atravessa o tédio profissional até receber um cliente impossível de recusar, ou mesmo de acreditar: Deus.
O caso se desloca do banal para o absurdo. Entre becos, botecos, figuras suspeitas e encontros que parecem saídos de um pesadelo carnavalesco, a lógica policial se desfaz diante de um confronto desconfortável com a fé, o destino e o que resta quando as certezas se esgotam.
Com atmosfera noir, humor ácido e uma camada profunda de existencialismo, Dois Detetives e um Deus sem Álibi funde o clássico e o insólito para construir uma narrativa que expõe a melancolia urbana, o caos e a suspeita incômoda de que alguns mistérios não pedem solução, apenas resistência.





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