Descrição
Em Acerola na boca, conhecemos um menino de cidade interiorana que escreve, brinca no quintal, atravessa ribeirões, observa os adultos e descobre outros meninos. Ele cresce entre a casa, a rua, o pasto e a fazenda; experimenta o primeiro desejo, o medo de ser descoberto, as mãos que chegam ao corpo e os afetos que ainda não sabe nomear. A infância dá lugar à adolescência, mas não desaparece. Poema após poema, acompanhamos esse menino até o homem que retorna aos lugares onde aprendeu, às vezes às escondidas, a ser quem era. No caminho, há sempre uma acerola: na árvore, na lembrança ou na boca.





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