Descrição
Ana escreve com a consciência de que o que faz a sua poesia são justamente os marcos do seu percurso, mesmo sem se render às linhas do tempo. Ao passar pela descoberta do amor pelo marido, pela perda do pai, pelas casas e ruas, os Alinhavos das próximas páginas dão o tom de quem escreveu sem virar uma estátua do tempo, mas também de quem nunca deixou de olhar do parapeito, enquanto a chuva insistia em cair além daquela janela.





Avaliações
Não há avaliações ainda.