Descrição
Um buraco na parede faz referência a câmera escura, dispositivo óptico de projeção de imagens e “um furo no real” lacaniano. Poetiza as interseções entre corporeidade, espiritualidade, identidade e matéria. É uma tentativa de abordar em versos a desconstrução da ideia de corpo como limite físico e propor uma leitura onde o corpo é atravessado por fluxos, afetos, tecnologias e discursos. Não se restringe ao campo da identidade de gênero, mas se expande para pensar onde o corpo é entendido como matéria, como fricção, como desejo, e ainda a relação com objetos e espaços. O livro é um convite à metamorfose e uma crítica à noção de materialidade como algo estático.





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