Descrição
Há, em Metáfora das Coisas Perdidas, uma espécie de teia que vai ganhando forma a cada página deixada para trás. Aqui, as coisas são vistas por outros olhos:
ora pelo eu-lírico, que recorda os momentos vividos ao lado da avó;
ora pelo poeta que, ao olhar o mundo pela janela do ônibus, se espanta;
ora pela cigarra, que admira o correr das águas sobre as pedras do riacho doce.
Até chegar a Pedro, que não entende o motivo de um avião ser mais importante que uma gaivota esguia.
Mas, acima de tudo, há em Metáfora das Coisas Perdidas um convite —
um convite para que o leitor mergulhe nessa metáfora num só fôlego,
e deságue para lá do Rio São Francisco.





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