Descrição
Se o amor pudesse ser transformado em algo concreto, possivelmente seria um objeto precioso e caro. Se fosse grande, talvez fosse composto de diversas partes que, mesmo separadas, permaneceriam inteiras.
Se fosse um elemento, talvez ainda não tivesse sido descoberto, mas é provável que guardasse em si a composição de todos os demais.
Precisaria o amor ser sentido para existir ou seria ele a própria existência?
Em O amor e a licença poética, os poemas percorrem memórias, ausências, encontros e permanências, transformando afetos e desafetos em linguagem poética. Entre delicadeza e profundidade, a obra explora as múltiplas formas do amor e os limites da palavra diante daquilo
que insiste em permanecer.





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