Descrição
Em “Até aqui”, a autora recolhe o que passa depressa e devolve como presença: um gesto acende a cena, a epifania lampeja, e a palavra fica. Nos poemas, o cotidiano ganha contorno nítido — janelas, cafés, silêncios — enquanto perdas e recomeços se equilibram no fio do agora. É um convite a ver de perto o mínimo que sustenta a vida e a seguir adiante com o que permanece.





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